Atualmente, o ESG deixou de ser uma tendência e se consolidou como um pilar estratégico para empresas que buscam sustentabilidade, responsabilidade social e reputação positiva.
Isto porque, em um mercado atento às práticas corporativas, consumidores, investidores e colaboradores têm valorizado cada vez mais as organizações que vão além do lucro e assumem compromissos reais com impacto social.
Tanto que, segundo pesquisas da Sherlock Communications, 90% dos brasileiros consideram as práticas de responsabilidade social e ambiental na hora de avaliar as empresas, enquanto 77% afirmam consumir apenas produtos de marcas socialmente responsáveis, comprovando o impacto do ESG também no dia a dia.
Nesse cenário, o Pilar Social do ESG ganha força por meio de ações internas de employer branding, como benefícios, políticas de inclusão e iniciativas voltadas ao bem-estar dos colaboradores: a exemplo, a entrega de kits de maternidade.
Lembrando que essas práticas fortalecem a cultura organizacional, impactam diretamente nos indicadores sociais e ainda contribuem para uma imagem corporativa mais ética, humana e competitiva no mercado. Para entender melhor, continue a leitura!
Como transformar cuidado com o colaborador em indicador do Pilar Social?
Transformar iniciativas internas em indicadores mensuráveis do Pilar Social do ESG exige organização, consistência e governança de dados.
No contexto da gestão de pessoas, não basta só executar ações de employer branding: também é essencial registrar, acompanhar e comprovar seus impactos, garantindo assim relatórios mais completos e tomadas de decisão estratégicas.
Nesse caso, a mensuração começa pelo registro completo dessas ações organizadas pelo RH, podendo conter detalhes sobre os programas de diversidade, benefícios, saúde e bem-estar, além dos treinamentos e políticas de incentivo ao desenvolvimento dos colaboradores.
Cada iniciativa deve ter informações detalhadas que expliquem a execução, público alvo, frequência e objetivos, permitindo avaliar sua recorrência e abrangência dentro da organização, porque quanto mais frequente for, maior tende a ser sua relevância nos indicadores sociais do ESG.
Outro ponto importante é o registro dos objetivos de cada ação e suas métricas alcançadas, como, por exemplo, a taxa de adesão dos colaboradores e o aumento de engajamento, por meio da pesquisa de feedbacks, bem como os números de redução de turnover, de diversidade em cargos de liderança, informações sobre as horas de treinamento por colaborador e os índices de satisfação interna.
Lembrando que esses dados funcionam como evidências concretas, se tornando essenciais para demonstrar que essas ações sociais não são pontuais, mas, sim, parte de uma estratégia muito bem planejada.
Por exemplo, as auditorias, pesquisas de satisfação e feedback dos funcionários, avaliações de desempenho e relatórios periódicos ajudam não só a identificar problemas, como também a mensurar resultados e alinhar as iniciativas sociais aos objetivos da empresa.
No mais, o acompanhamento contínuo dessas métricas pelo RH ainda permite que ajustes e melhorias possam ser feitos ao longo do tempo.
Além disso, a integração entre todas as áreas da empresa fortalece ainda mais essa mensuração: quando RH, compliance, comunicação e liderança utilizam os mesmos indicadores, bases e critérios, a empresa atinge um alinhamento organizacional que também facilita a consolidação de relatórios ESG.
E ainda vale ressaltar que quaisquer ações sociais feitas só ganham visibilidade no ESG quando são documentadas, monitoradas e analisadas de forma sistemática.
Isto porque essa mensuração permite comprovar o impacto, fortalecer a reputação corporativa e atender às exigências crescentes de investidores, clientes e avaliadores, tornando o pilar Social um diferencial competitivo muito importante para a empresa.
O kit maternidade da Laços Corporativos como exemplo prático de ação mensurável no Pilar Social do ESG
O Pilar Social do ESG mostra como a empresa se relaciona e gera impacto positivo em seus colaboradores, clientes, fornecedores e até na comunidade em que está inserida.
Nesse contexto, investir no bem-estar dos funcionários é o ponto de partida, mas organizações socialmente responsáveis devem ainda reconhecer que o colaborador faz parte de um ecossistema maior, que inclui também sua família.
Levando isso em consideração, a entrega do kit maternidade é um exemplo concreto de ação social interna que tem impacto mensurável: ao oferecer um presente que ultrapassa as barreiras do ambiente corporativo, a empresa fortalece o sentimento de pertencimento, cuidado e apoio às diferentes fases da vida de um funcionário.
E isso contribui diretamente para um maior índice de engajamento, foco e produtividade no dia a dia do profissional.
E tem mais: esse tipo de iniciativa é especialmente mais valorizada ainda pelas novas gerações de profissionais, que priorizam empresas com cultura organizacional empática, com benefícios voltados à qualidade de vida e ao equilíbrio entre vida pessoal e trabalho, se tornando um diferencial competitivo na atração e retenção de talentos.
Porém, do ponto de vista da mensuração no ESG, para que o kit maternidade seja de fato reconhecido como uma prática do Pilar Social, é fundamental registrar e documentar a ação de forma estruturada, com relatórios que devem apresentar indicadores quantitativos claros, como número de kits entregues, perfil dos colaboradores atendidos, frequência da iniciativa e sua adesão dentro da organização.
Lembrando que, além dos dados operacionais, a análise desses indicadores de impacto fortalece ainda mais a credibilidade da ação.
Ou seja, pesquisas de clima organizacional, índices de engajamento, depoimentos de colaboradores e a evolução das taxas de turnover após a implementação são evidências capazes de demonstrar como a iniciativa contribui tanto para os resultados sociais quanto para os organizacionais.
Em resumo, ao ir além do cumprimento legal e adotar práticas de responsabilidade social com acompanhamento contínuo, a empresa consolida sua marca empregadora, melhora seu employer branding e ainda fortalece sua estratégia ESG.
E todos ganham: visto que estudos da Universidade de Warwick, no Reino Unido, indicam que colaboradores mais satisfeitos podem elevar em até 12% a produtividade e o seu desempenho na empresa.
E, no âmbito financeiro das organizações, o crescimento pode ser de até 21%, conforme aponta o levantamento feito pela Gallup.
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